Sensações e Reflexões #1 - Os Mágicos Discos de Vinil!


Foto Pixabay


E aí pessoal? No post de hoje vamos compartilhar um pouco de algo que colecionamos, e se estamos falando de cultura pop, não temos como não falar de algo que fez parte de toda essa imagem da música na cultura pop de maneira inquestionável.

Sabemos que os discos de Vinil hoje são peças distantes de um passado não tão longínquo da música, mas que consideramos mágico, e essa magia está exatamente no grande conteúdo que o consumidor tinha a disposição.

Surgido em 1948, desenvolvido pelo engenheiro da gravadora Columbia Records, Peter Carl Goldmark, rapidamente o Vinil se tornou a principal forma de se ouvir música no século XX, e durante muitas décadas fez a cabeça dos seus ouvintes e povoou seus universos, e o que falar do Rock N’ Roll, que teve vastas opções.

Os chamados LPs (Long Play), ou simplesmente Vinil tinham três tipos que variavam nas rotações, eram de 78, 45 ou 33, e essa parte era diferenciada pelo tamanho, velocidades, partes mais técnicas, que não vou especificar aqui (é chato), mas vale esse registro.

Um grande ponto desse tipo de mídia com certeza além do registro musical obviamente, eram a imagens, as artes, os encartes com as letras, e tudo que rodeava esse material quando se tinha nas mãos, essa era a magia, e continua sendo. Tudo sempre foi bem pensado em todas as épocas, porque carregava a marca da banda, e desde as mais simples até as mais complexas, existia na maioria das vezes uma coerência grande entre o vinil e a capa do disco, e o que o artista queria passar.

Como exemplo de capas bem bonitas temos o disco Misplaced Childhood da banda de Rock progressivo Marillion, que fez muito sucesso nos anos 80.



LP do Marillion do ano de 1985, exemplo de capa muito bem elaborada. - Foto: Reprodução/Fabrício Magalhães


Mesmo os compactos (Aqueles discos menores), que as vezes tinham uma música, que seria comparado ao single de hoje, também trabalhavam essa ideia, e as discussões seguiam para além da música, com questionamentos como: “Que capa é essa?”, “Essa imagem tem a ver com aquele música?”, “Não gostei desse encarte”, e muitas outras perguntas.

Exemplo de um desses compactos é o disco dos Beatles de 1967, contendo as músicas Anna, Chairs, Misery e a melhor de todos (gosto pessoal) I Saw Her Standing There:



Compacto com uma imagem simples dos Beatles. Foto: Reprodução/Fabrício Magalhães


Abaixo vamos a mais alguns discos, trabalhos que estão marcados para sempre:


Os disco da nossa coleção. Foto: Reprodução / Fabrício Magalhães


AC/DC - If You Want Blood. Foto: Reprodução / Fabrício Magalhães


Dire Straits com o clássico Money For Nothing. Foto: Reprodução / Fabrício Magalhães


Sequência de sucesso do Nirvana. Foto: Reprodução / Fabrício Magalhães


Essa é um pouco da magia desse discos que tentamos trazer nesse pequeno texto, e mesmo não tendo vivido as épocas áureas do LP, o intuito foi mostrar algumas coisas que “colecionamos”, para deixar claro o quanto a música mudou, mas a história continua marcada na vida das pessoas.



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